top of page
Direção Estratégica
Imagem e Posicionamento
Nosso trabalho parte da curadoria artística e cultural como método para a construção de identidades, narrativas visuais e posicionamento de marca com coerência simbólica e relevância contemporânea

Direção Estratégica de
Imagem e Posicionamento
Agenda
Workshop
Warhol estilo
& identidade:
a arte de transformar presença em assinatura pessoal
28/11/2025 16h
Niterói
Blog da Curadoria


O que a Bialetti entendeu sobre transformar um objeto em cultura
Existe uma cafeteira de alumínio, de formato octogonal, com um homenzinho de bigode estampado no corpo, que está presente em nove entre dez cozinhas italianas. Não é a mais eficiente das máquinas de café que o mercado já produziu, nem a mais bonita, se o critério for o design contemporâneo. E, ainda assim, quando alguém em qualquer parte do mundo quer evocar a ideia de Itália, de manhã, de casa, de ritual, é essa forma que aparece na imaginação coletiva antes de qualquer outr

Helton Messini
há 5 dias6 min de leitura


Antes da assinatura: o que faz uma marca ser reconhecida?
Como alguém constrói uma linguagem tão própria que passa a ser reconhecido antes mesmo de vermos sua assinatura? Essa é uma pergunta interessante para levar à exposição Miró: Mestre das Formas, em cartaz no MAB FAAP, em São Paulo, até 12 de outubro de 2026, mas também para quem deseja compreender melhor a construção de uma marca autoral. Joan Miró criou um universo reconhecível: estrelas, pássaros, figuras humanas, linhas, formas orgânicas, cores e signos aparecem repetidamen

Glauce Gabry
30 de ago.2 min de leitura


Madeira, rede e repouso: o gesto autoral de Sergio Rodrigues
Rio de Janeiro, 1957. Sergio Rodrigues recebe o desafio de desenhar uma poltrona para representar o Brasil numa exposição internacional de design. O caminho óbvio seria seguir a gramática que dominava o design de móveis naquele momento: linhas rígidas, estrutura vertical, a lógica europeia de conforto como postura ereta e contida. Rodrigues fez o oposto. Olhou para a rede de dormir, para a cadeira de lona de varanda, para o jeito de sentar que já existia nas casas brasileiras

Helton Messini
22 de ago.3 min de leitura


Antes de comprar seu produto, o cliente já percebeu a sua marca.
O que a DW Rio 2026 nos lembrou sobre exposição, repertório, atendimento e percepção de valor Passar pela DW Rio 2026 foi um exercício de observação. Em meio a tantos trabalhos autorais, uma coisa ficou muito clara para nós: um produto nunca chega sozinho, ele vem acompanhado da forma como é exposto, dos materiais escolhidos, da história que a marca conta e da maneira como somos recebidos quando demonstramos interesse. Em alguns espaços, tivemos vontade de ficar. Perguntamos,

Glauce Gabry
16 de ago.3 min de leitura


O instante antes de você decidir que gosta de alguma coisa: uma nota sobre neuroestética e marcas autorais
Há um momento, muito antes de qualquer palavra, em que você já sabe se gosta ou não do que está vendo. Pense na última vez que passou em frente a uma vitrine e diminuiu o passo sem saber exatamente por quê. Ou quando parou de rolar o feed numa foto específica — não na legenda, não no preço, na imagem — e só depois, alguns segundos mais tarde, começou a formular um motivo. Ah, é a luz. É a composição. É a cor. Mas isso veio depois. Algo em você já havia reconhecido a beleza a
Luciana Bernardinello
7 de ago.4 min de leitura


O que Sebald sabia sobre imagens que o texto não deveria explicar; e porque isso importa para marcas autorais
Em 1990, o escritor alemão W.G. Sebald (1944 - 2001) publicou Vertigem, o primeiro de uma série de livros que misturavam romance, memória e ensaio de um jeito que a crítica literária ainda não sabia bem como nomear. Em meio ao texto, sem aviso, sem legenda, apareciam fotografias: um bilhete de trem, uma fachada de prédio, um rosto desfocado numa multidão. Nenhuma delas era explicada, nenhuma dizia ao leitor o que deveria significar, criando no leitor um efeito de dúvida. O le

Helton Messini
2 de ago.3 min de leitura


Percepção de Valor: o que as marcas autorais podem aprender com a Zara Home
Existe um desafio que acompanha muitas marcas autorais: desenvolver produtos de excelente qualidade, selecionar cuidadosamente as matérias-primas e dedicar atenção a cada detalhe da criação, todavia, perceber que o mercado concentra sua atenção apenas no preço. Quando essa situação se repete, não necessariamente o problema está no produto, mas na forma como a marca é percebida. Para que o público reconheça o valor de uma criação, não basta oferecer qualidade. É preciso constr

Glauce Gabry
25 de jul.2 min de leitura


O que Louis Kahn perguntava a um tijolo e que nenhuma marca autoral ainda soube responder
Em 1971, diante de uma turma de mestrado na Universidade da Pensilvânia, o arquiteto Louis Kahn propôs um exercício que parecia absurdo. Ele pediu aos alunos que imaginassem uma conversa com um tijolo. O que você quer, tijolo?, perguntava Kahn. E o tijolo respondia: Eu gosto de um arco. Mas arcos são caros, insistia Kahn. Posso usar uma verga de concreto sobre você. O que você acha disso? E o tijolo, imperturbável, repetia: Eu gosto de um arco. Kahn, nascido na Estônia em 190

Helton Messini
19 de jul.3 min de leitura


A ousadia do crítico de 21 anos que separou os autores dos que apenas executam, e por que sua marca ainda não escolheu de que lado está.
21 anos, nenhum cargo, nenhuma reputação a proteger, muita ousadia: e decidiu atacar, em texto, os cineastas mais poderosos da França. por Helton Messini Em janeiro de 1954, a revista francesa Cahiers du Cinéma publicou, em sua edição de número 31, um ensaio de quinze páginas assinado por um crítico de 21 anos praticamente desconhecido fora do pequeno círculo da revista. O título parecia inofensivo: "Uma Certa Tendência do Cinema Francês". O conteúdo era uma demolição. Franço

Helton Messini
11 de jul.3 min de leitura


O que uma livraria pode ensinar sobre marcas autorais
Por Glauce Gabry Não entrei naquela livraria procurando referências para uma marca. Entrei procurando um livro, mas, como costuma acontecer quando caminhamos sem pressa, encontrei outra coisa. Enquanto percorria as estantes, percebi que meu olhar já não se detinha apenas nos títulos. Observava as capas, as texturas, as cores, a tipografia e os espaços vazios. Algumas transmitiam delicadeza. Outras, autoridade. Algumas despertavam curiosidade antes mesmo que eu soubesse sobre

Glauce Gabry
4 de jul.2 min de leitura
bottom of page



