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Direção Estratégica
Imagem e Posicionamento
Nosso trabalho parte da curadoria artística e cultural como método para a construção de identidades, narrativas visuais e posicionamento de marca com coerência simbólica e relevância contemporânea

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Workshop
Warhol estilo
& identidade:
a arte de transformar presença em assinatura pessoal
28/11/2025 16h
Niterói
Blog da Curadoria


Percepção de Valor: o que as marcas autorais podem aprender com a Zara Home
Existe um desafio que acompanha muitas marcas autorais: desenvolver produtos de excelente qualidade, selecionar cuidadosamente as matérias-primas e dedicar atenção a cada detalhe da criação, todavia, perceber que o mercado concentra sua atenção apenas no preço. Quando essa situação se repete, não necessariamente o problema está no produto, mas na forma como a marca é percebida. Para que o público reconheça o valor de uma criação, não basta oferecer qualidade. É preciso constr
Glauce Gabry
há 5 horas2 min de leitura


O que Louis Kahn perguntava a um tijolo e que nenhuma marca autoral ainda soube responder
Em 1971, diante de uma turma de mestrado na Universidade da Pensilvânia, o arquiteto Louis Kahn propôs um exercício que parecia absurdo. Ele pediu aos alunos que imaginassem uma conversa com um tijolo. O que você quer, tijolo?, perguntava Kahn. E o tijolo respondia: Eu gosto de um arco. Mas arcos são caros, insistia Kahn. Posso usar uma verga de concreto sobre você. O que você acha disso? E o tijolo, imperturbável, repetia: Eu gosto de um arco. Kahn, nascido na Estônia em 190
Helton Messini
há 6 dias3 min de leitura


A ousadia do crítico de 21 anos que separou os autores dos que apenas executam, e por que sua marca ainda não escolheu de que lado está.
21 anos, nenhum cargo, nenhuma reputação a proteger, muita ousadia: e decidiu atacar, em texto, os cineastas mais poderosos da França. por Helton Messini Em janeiro de 1954, a revista francesa Cahiers du Cinéma publicou, em sua edição de número 31, um ensaio de quinze páginas assinado por um crítico de 21 anos praticamente desconhecido fora do pequeno círculo da revista. O título parecia inofensivo: "Uma Certa Tendência do Cinema Francês". O conteúdo era uma demolição. Franço
Helton Messini
11 de jul.3 min de leitura


O que uma livraria pode ensinar sobre marcas autorais
Por Glauce Gabry Não entrei naquela livraria procurando referências para uma marca. Entrei procurando um livro, mas, como costuma acontecer quando caminhamos sem pressa, encontrei outra coisa. Enquanto percorria as estantes, percebi que meu olhar já não se detinha apenas nos títulos. Observava as capas, as texturas, as cores, a tipografia e os espaços vazios. Algumas transmitiam delicadeza. Outras, autoridade. Algumas despertavam curiosidade antes mesmo que eu soubesse sobre
Glauce Gabry
4 de jul.2 min de leitura


Dieter Rams projetou dez princípios para o bom design.
Em 1978, Dieter Rams olhou para o mundo ao redor e ficou perturbado com o que viu.
Sua conclusão, registrada anos depois, foi direta: o design estava se tornando caos.
Helton Messini
28 de jun.4 min de leitura


O que uma cerâmica japonesa do século XVI ensina sobre posicionamento de marcas autorais
Existe uma tigela de cerâmica que vale mais do que a maioria dos apartamentos nos centros urbanos do mundo. Ela não é feita de ouro. Não tem incrustações. Não foi produzida por uma manufatura europeia com trezentos anos de história. É uma tigela de argila escura, assimétrica, com paredes que guardam as marcas dos dedos de quem a moldou. Tem rachaduras no esmalte. Tem imperfeições que a maior parte dos ceramistas contemporâneos não ousaria deixar visíveis sem uma boa explicaçã
Luciana Bernardinello
21 de jun.6 min de leitura


O silêncio como estratégia: o que a vitrine da Hermès ensina sobre autoridade de marca
Existe uma loja em Paris onde ninguém precisa gritar, e é exatamente esse silêncio que, desde sempre, comunica mais do que qualquer campanha poderia. A vitrine da Hermès na Rue du Faubourg Saint-Honoré costuma exibir dois ou três objetos, às vezes um único lenço dobrado com precisão quase cerimonial, uma bolsa que descansa sobre fundo vazio como se o espaço ao redor dela fosse tão parte do produto quanto o couro. Não há promoção, não há explicação sobre materiais ou processos
Helton Messini
14 de jun.3 min de leitura


Madeleine Vionnet: o que permanece quando tudo muda
Ao longo das décadas, a empresa mudou. O mercado mudou. Os proprietários mudaram. A moda mudou. O próprio funcionamento da marca passou por diferentes fases. Mas uma coisa permaneceu, a ideia. Ideias profundas são mais difíceis de substituir do que estruturas. Empresas podem ser vendidas. Mercados podem mudar. Tendências podem desaparecer. Mas uma forma original de observar o mundo costuma sobreviver. Ainda hoje, quando o nome Madeleine Vionnet é mencionado, raramente a lembr
Glauce Gabry
6 de jun.2 min de leitura


O improvável N. 5
O que Coco Chanel entendeu que a maioria das marcas ainda não aprendeu Em 1921, Ernest Beaux apresentou a Gabrielle Chanel uma série de amostras numeradas de fragrâncias. Ela escolheu a quinta. Não porque fosse a mais elaborada tecnicamente — era, na verdade, a mais ousada em composição, com aldeídos sintéticos que nenhum perfumista respeitável usaria na época. Chanel escolheu exatamente o que parecia errado pelo critério convencional. O N°5 não nasceu como um produto. Nasc
Helton Messini
30 de mai.2 min de leitura


Studio 54: laboratório de arte, moda, estilos e identidades
No coração da Nova York dos anos 1970, o Studio 54 foi mais do que uma discoteca onde arte, moda e comportamento se misturavam sob luzes estroboscópicas. Um verdadeiro laboratório estético em que o glamour convivia com excessos e invenções. Lá, a moda deixava de ser apenas roupa para tornar-se linguagem, gesto, performance. Andy Warhol, figura recorrente das noites do 54, via ali uma extensão de seu próprio universo pop: o da imagem como obra e da vida como espetáculo. O S
Luciana Bernardinello
27 de out. de 20252 min de leitura
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